O fato de eu ainda não ter ouvido falar deste filme mostra o quanto eu preciso me atualizar em termos de cinema.
COLOUR ME KUBRICK (2005)
Director: Brian W. Cook
Screenwriter: Anthony Frewin
Starring: John Malkovich, Honor Blackman, Bryan Dick, Leslie Phillips, James Dreyfus, Luke Mably, Nitin Chandra Ganatra, Angus Barnett, Lynda Baron
Billed as a cinema verite laffer, Colour Me Kubrick is based on events during the shooting of Eyes Wide Shut in London from 1998-99, when a man (John Malkovich) pretending to be legendary director Stanley Kubrick got into many of the city's most exclusive parties, restaurants and nightclubs. Playing on his willing victims' star-struck desire to believe, he was successful despite bearing no resemblance to Kubrick.
Eu sei que é incômodo, que aperta o gogó, que eu não consigo virar o pescoço, que eu fico me cuidando o tempo todo pra não manchar a roupa, que eu me sinto estranho e mal-acostumado, que aquilo é um símbolo da opressão imposta sobre o homem ocidental...
... mas eu fico bem pra caralho de terno e gravata.
A Angela também tava linda, e de quebra emocionou a galera.
spuldar 10:19
Quinta-feira, Março 03, 2005
Odeio gente que diz que cachorro é mais afetivo e mais amigo do que o gato.
Nada contra os cachorros, mas grrrrrr.
spuldar 10:51
RIP
"A minha sorte foi ter trabalhado com jogadores de alto QI".
Esta foi a resposta de Rinus Michels, técnico de futebol, ao ser questionado sobre sua maior criação: o futebol total ou carrossel holandês, tática consagrada na Copa de 74.
Michels, um dos dois maiores treinadores da história (o outro foi Herbert Chapman, inventor do WM), morreu hoje aos 77 anos.
spuldar 07:50
Quarta-feira, Março 02, 2005
WAKE ME, SHAKE ME, DON'T LET ME SLEEP TOO LONG
Por um tempo eu mantive a convicção de que, se eu não fosse com a cara de um artista (no sentido de eu achar ele um escroto, um sacana, que merece sentar na tromba do elefante ou no colo do capeta), não toleraria sua obra. Pra mim, uma coisa e outra se confundiam.
Um belo dia, me liguei no seguinte: por esse dogma, eu não poderia gostar de pelo menos 80% de todas as músicas, livros, filmes, quadros, HQs, conjuntos arquitetônicos e demais balangandãs do mundo. Daí larguei de mão.