Eu sinceramente gostaria de me teleportar pra Frankfurt:
Stanley Kubrick
Exhibition and films
31 March to 4 July 2004
Da BBC: "A cidade de Frankfurt, na Alemanha, é o palco, até 4 de julho, da primeira grande exposição de material publicitário e objetos de cenário, figurino e bastidores dos filmes do lendário diretor Stanley Kubrick."
A comunidade mais quente do momento no Orkut é aquela em homenagem ao grande brasileiro do século 20: Nelson Piquet do Souto Mayor. Vai lá.
spuldar 13:49
Segunda-feira, Abril 12, 2004
O diálogo mais surreal e espetacular de todos os filmes do Kubrick, direto de Dr. Fantástico (1964):
Capt. Lionel Mandrake: Colonel... that Coca-Cola machine. I want you to shoot the lock off it. There may be some change in there.
Colonel "Bat" Guano: That's private property.
Mandrake: Colonel! Can you possibly imagine what is going to happen to you, your frame, outlook, way of life, and everything, when they learn that you have obstructed a telephone call to the President of the United States? Can you imagine? Shoot it off! Shoot! With a gun! That's what the bullets are for, you twit!
Guano: Okay. I'm gonna get your money for ya. But if you don't get the President of the United States on that phone, you know what's gonna happen to you?
Mandrake: What?
Guano: You're gonna have to answer to the Coca-Cola company.
spuldar 21:22
Os 10 momentos mais espetaculares do Campeonato Brasileiro 1. Gol das três cabeçadas 1976, Beira Rio, Inter x Atlético Foi o gol mais espetacular da história do campeonato. Inter e Atlético empatavam pela semifinal. Até ali, o duelo já tinha características de épico. O Atlético abriu o placar e suportou a pressão até o empate aos 28 do segundo tempo. Aos 45, quando todos esperavam os pênaltis, Figueroa levantou a bola para Dadá. O que se seguiu foi uma tabela com seis toques (três de cabeça) sem deixar a bola cair, até Falcão arrematar de sem-pulo para o gol: 2 a 1. O jogador era o oposto do comentarista. Poucos craques foram tão vibrantes. Possuído pela alegria junto à torcida, punhos cerrados, berrando, não queria voltar ao campo. "Durante os passes, senti a torcida levantar na arquibancada. Depois do gol, fiquei louco, quase dei cambalhota, o que não é do meu feitio", lembra.
(Playboy, abril/04)